LABORATÓRIO DE CRÍTICA

O objetivo deste laboratório de crítica foi criar um espaço de reflexão e troca sobre a programação do Panorama deste ano. Escrever críticas foi o propósito para fomentar o encontro deste grupo, desejoso por pensar a cena de Dança atual e as proposições do festival. O laboratório se propôs a pensar sobre o papel da crítica nos dias de hoje e sobre possíveis formatos e modos de fazê-la. Nossos pensamentos se transformaram em ações – reflexões, discussões, escrita, produção de textos, partilhas de textos e ideias.

O laboratório foi iniciado com um colóquio de três dias. Pensamos e discutimos sobre: A crítica em Dança no Brasil – história, metodologias e propósitos; As Dramaturgias do Corpo da Cena Contemporânea; A Curadoria do Panorama 2014. Lemos alguns textos, nos lançamos em discussões e assistimos o máximo de espetáculos possíveis. Realizamos um encontro para partilhas de textos e muitas trocas de emails.

Os textos produzidos a partir destas experiências estão a seguir.

Convidamos à leitura e reflexão e desejamos que essas questões sejam embriões de memória, pensamentos, imagens, ideias, questionamentos…

Lígia Tourinho
Programa de Ensino e Pesquisa em Dança
Departamento de Arte Corporal da UFRJ
Coordenação do Laboratório de Críticas
Organização e orientação dos textos

  • ANTIGONE SR. / TWENTY LOOKS OR PARIS IS BURNING AT THE JUDSON CHURCH (L), de Trajal Harrell

  • OFICINA UMA MÃE, DOIS PAIS, TRÊS AVÓS, QUATRO IRMÃOS, de Paloma Calle

  • Disabled Theater, de Jérôme Bel e Theater Hora

  • Laboratório Universitário

  • BIOMASHUP, de CRISTIAN DUARTE EM CIA.

  • HYENNA – NÃO DEFORMA, NÃO TEM CHEIRO, NÃO SOLTA AS TIRAS, de TUCA PINHEIRO

  • Panorama Carioca na Cidade das Artes

  • Quantum, de Cie. Gilles Jobin

  • Fole, de Michelle Moura

  • Singspiele, DE MAGUY MARIN / DAVID MAMBOUCH / BENJAMIN LEBRETON

  • VACÍO / SOLO PODEMOS MIRAR LOS OJOS DE UNA PERSONA A LA VEZ, de COMPAÑÍA DE DANZA PERIFÉRICO

  • DANSE ÉTOFFÉE SUR MUSIQUE DÉGUISÉE, de ZOO / THOMAS HAUERT

  • QUEM ANDA NO CHÃO, QUEM ANDA NAS ÁRVORES, QUEM TEM ASAS, de GUSTAVO CIRÍACO