Panorama na Universidade começa com LabCrítica na Biblioteca Parque

Os participantes da edição 2016 do LabCrítica iniciaram hoje os encontros para a cobertura do Panorama 25 anos. A curadora e diretora geral do festival, Nayse Lopez, e o coordenador do LabCrítica, Sérgio Andrade, participaram de uma conversa com o grupo na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio.

Além dos encontros, os participantes do LabCrítica vão acompanhar os espetáculos do festival, compartilhar leituras e, no final do Panorama, compartilhar suas impressões críticas no site.

O LabCrítica é uma das ações do Panorama na Universidade, que este ano traz ainda o LabUni, série de eventos para debate sobre as relações entre a arte e a academia, a produção universitária, os limites e desafios do artista e pesquisador teórico. O evento acontece no Oi Futuro Flamengo, nos dias 03 e 04, entre 11h e 17h. A entrada é gratuita e as senhas serão distribuídas com 30 minutos de antecedência.

 

No dia 12 de novembro, às 20h, o espetáculo PEBA será apresentado às 20h, no espaço Base Dinâmica, em Botafogo, como parte do LabUni.

 

Confira toda a programação do LabUni:

 

DIA 03 de Novembro (quinta-feira)

MESA 1 (11h a 13h)

Criar na universidade

O espaço do ensino universitário de arte como lugar de risco, de pesquisa, de experimentação. Limites e contingências desta criação.

 

Participantes:

. Rosyane Trotta (UNIRIO)

. Sérgio Andrade (UFRJ)

. Caio Riscado (Unirio/ MIÚDA)

Mediadora: Amanda Tedesco

 

MESA 2 (15h a 17h30)

Um campus, muitos campi

– como integrar e interagir entre escolas da cidade, como quebrar categorias artísticas, promovendo a pesquisa

Participantes

.Marina Viana (UNIRIO)

.Ângela Ferreira (Cândido Mendes)

. Dinah Oliveira (UFRJ / PUC-Rio)

Mediadora: Amanda Tedesco

 

DIA 04 de Novembro (sexta-feira) 

MESA 3 (11h a 13h)

Universidade sem muros  – como os cursos podem interagir com a cidade

Participantes

.Fábio Ferreira (PUC)

. Sérgio Andrade (UFRJ)

. Marise Reis (ANGEL VIANNA)

Mediadora: Samia Oliveira

 

 

MESA 4 (15h a 17h30)

Formatos e futuros possíveis das mostras universitárias no Brasil

Participantes

.Fabiano Carneiro (FUNARTE)

.Luar Maria (PUC)

. Jamil Cardoso (ANGEL)

Mediadora: Samia Oliveira

 

PEBA (sinopse)

PEBA é uma proposta entre dança, performance e arquitetura sonora. Investe numa corporalidade “peba”, que, sorrateiramente, transita entre folguedos, ruas e festas dos estados de Pernambuco (PE) e Bahia (BA). O nome PEBA joga com as siglas dos dois estados, mas é também uma palavra tupi para baixo, nanico, anão, chato, curto das pernas (geralmente usada para animais) – peba, peva, péua, nanipeba e nhapeua.

Nas gírias locais, “peba” exerce ainda uma função adjetiva chula que indica a baixa qualidade de uma coisa ou de um objeto, como um produto de fabricação ruim e barata; materialidade precária, fuleira que resolve, ainda que provisoriamente, uma demanda emergente. Na sua transitoriedade na fronteira, PEBA, faz emergir uma “fuleiragem boa” traduzida tanto na corporalidade dançada como na arquitetura da obra montada a partir de amarrações, gambiarras, reaproveitamento de caixas de som e outros objetos rearranjados a cada espaço performado.

 

 

FICHA TÉCNICA 

Concepção e performance: Iara Sales

Trilha sonora original, arquitetura e performance: Tonlin Cheng

Direção Artística: Sérgio Andrade

Dramaturgia: Iara Sales e Sérgio Andrade

Assessoria Artística e Preparação corporal: Gabriela Santana

Gambiarras, instalações e objetos cênicos: Tonlin Cheng

Figurino: Iara Sales e Maria Agrelli 

Citações musicais incidentais: Lavagem de São Bartolomeu, da Orquestra Popular de MaragogipeAcabou Chorare, de Luiz Galvão e Moraes Moreira (Novos Baianos); Pernambuco é Brasil, de Moraes Moreira.

 

PEBA – Circulação Nacional / Prêmio Klauss Vianna

Direção de Produção: Iara Sales

Direção Artística: Sérgio Andrade

Direção Técnica: Tonlin Cheng

Design Gráfico: Iara Sales e Tonlin Cheng

Vídeos de Divulgação: Tonlin Cheng (captação de imagem e edição) e Leandro Oliván (captação de imagem)

 

Produção Local: Belém (PA) – Adhara Belo; Santo Amaro, Maragogipe e Cachoeira (BA) – DA GENTE Produções (Luiz Antônio Sema Jr, Bergson Nunes e Diego Moreno); Rio de Janeiro (RJ) – Mariana Bittencourt.

 

Parceiros de Programação: Festival Palco Gira Dança (Natal/RN); Festival CenaCumplicidades (Recife/PE e Natal/ RN); Interato – Mostra Permanente de Circo, Dança e Teatro da Fundação Espaço Cultural da Paraíba – FUNESC  (João Pessoa/PB); Festival Panorama 2016 (Rio de Janeiro/RJ).

 

Apoio Institucional: Arena Carioca Dicró (RJ); Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas – CECULT/UFRB (BA); Departamento de Arte Corporal da UFRJ (RJ); Escola de Teatro e Dança da UFPA (PA);  Fundação Cultural do Pará (PA), LabCrítica-UFRJ (RJ) e Teatro Dona Canô (BA).

 

Esse projeto foi contemplado pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna 2015.

 

 

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