Festival Panorama..5>21 nov ..2010
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noite de abertura :: homenagem a roberto pereira

05 Nov :: 20h :: Teatro João Caetano

roberto_pereiraA  dança  brasileira,  em  especial  a  carioca,  perdeu  este  ano  um  de  seus grandes nomes. O crítico e curador Roberto Pereira, morto em  junho, aos 43 anos, deixa um  legado de sólida pesquisa acadêmica e  valorização da história da dança. Entre diversas atividades e projetos,  sua atuação incluiu a curadoria do Panorama entre 1998 e 2003, ao  lado da coreógrafa Lia Rodrigues, criadora e então diretora do festival.

Paulista, apaixonado pelo Rio de Janeiro e morador do Flamengo,  Roberto  deixa  ainda  livros,  uma  década  de  crítica  de  dança  no  Jornal do Brasil e uma geração de alunos que aprendeu  com ele a  importância da história na  construção de uma  linguagem artística.  Minucioso e exigente, Roberto advogava que a dança era uma área  autônoma de produção de  conhecimento  e  assim deveria  ser  vista.  Reconhecia a importância da comunicabilidade, mas sem desprezar a  experimentação e as rupturas. Acreditava na dança como uma forma  de discutir o mundo e nós mesmos. Sem ele, o Festival Panorama e a  dança brasileira não seriam os mesmos.

Em  sua homenagem, a noite de abertura do  festival  se  volta para a  história  da  dança.  Com  a  participação  especialíssima  do  pianista  Cadu  Pereira,  será  exibida  uma  seleção  de  cenas  do  início  do  movimento  coreografado  no  cinema,  num  programa  pequeno  e  precioso que Roberto adoraria compartilhar mais uma vez.

So  far por at  the  time, especially  in Rio,  lost one of  its big names  this  year. The critic and curator Roberto Pereira, who died in June, at age 43,  leaves a legacy of solid academic research and appreciation of dance  history. Among various activities and projects, Pereira was Panorama’s  curator  between  1998  and  2003,  alongside  choreographer  Lia  Rodrigues, who has created and directed the festival so far.

Roberto was born  in Sao Paulo,  lived  in Flamengo and  loved Rio.  He  leaves  books,  a  decade  of  dance  critics  for  Jornal  do  Brazil  and  a  generation  of  students  who  learned  from  him  the  importance  of  history  in  the  construction  of  an  artistic  language.  Rigorous  and  critical, Roberto advocated that the dance was an autonomous field of  knowledge production and thus should be seen. He has recognized the  importance of communicability, but without neglecting the experiment  and the rupture. He believed in dance as a way to discuss the world and  ourselves. Without him, Panorama Festival and Brazilian Dance would  not be the same.

In his honor, Panorama’s opening night brings the audience the history  of dance in a small but precious program, with pianist Cadu Pereira as  a special guest,  to remember  the beginning of  the movement  in  film,  something that Roberto would love to share once again.

1 Comment to “noite de abertura :: homenagem a roberto pereira”

  1. luana maria says:

    ….super….

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