Category Archives: Rio de Janeiro

MargoAssis_créditos Adriana Moura_site1 © 2011 admin. All rights reserved.

Livro

O diálogo entre a dança e as artes plásticas é a tônica de Livro, segundo duo assinado pela dançarina Margô Assis e o artista plástico Eugênio Paccelli Horta. É o aprofundamento de uma pesquisa iniciada em 2007 com Desenho, cuja proposta era investigar a bidimensionalidade dos desenhos. Aqui o livro passa a ser a extensão do corpo, e o corpo, acionador e modificador das imagens inscritas no livro. Continue reading

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The Continuum: Beyond the Killing Fields

A tragédia vivida pelos cambojanos durante os anos de dominação do Khmer Vermelho, na década de 70, é apresentada ao público neste emocionante trabalho da companhia The TheatreWorks. À frente do espetáculo está Em Theay, dançarina e professora de dança clássica cambojana e artista sobrevivente do regime instaurado pelo fanático ditador Pol Pot. Continue reading

jeromebel_(C) Marco Caselli Nirmal 1_site1 © 2011 admin. All rights reserved.

Cédric Andrieux

Cédric Andrieux é um solo que reflete sobre a carreira do próprio Cédric que dá nome à obra. É um trabalho concebido especialmente para ser interpretado por ele. Essa é a quinta peça da série de solos sobre intérpretes criados a partir de 2004 por Jérôme Bel, que já abordou as carreiras de Véronique Doisneau, Isabel Torres, Pichet Klunchun e Lutz Förster. Continue reading

EtSi_créditos Elyse Fitte © 2011 admin. All rights reserved.

Ombre primitive | Et si

O público do Panorama assistirá, numa mesma noite, a dois trabalhos do coreógrafo africano Marcel Gbeffa. O duo Ombre primitive trata do encontro entre duas espécies em um lugar de descoberta do outro e de si mesmo, do diálogo que se estabelece entre esses corpos, seus movimentos e emoções. No solo Et si, Gbeffa propõe uma dança estéril, uma desordem, um caos repetitivo e cativante.
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TaoufiqIzeddiou_ALEEFF_crédito Dimitri Tsiapkinis_site © 2011 admin. All rights reserved.

Aléeff

Para Taoufiq Izeddiou, a questão da identidade é uma ferida aberta. “Qual é a sua dança? Qual é a minha dança? Sou marroquino? Sou africano? Sou cidadão do mundo?”, escreve o coreógrafo no texto de apresentação de Aléeff. Com Izeddiou em cena, o tradicional músico ganês Maâlem Adil Amimi e o artista sonoro Guy Raynaud, o trabalho propõe uma viagem pela memória.
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