Oficinas

GRID_LAB: produção de mídia social e presença da internet em festivais e eventos de arte | Marlon Barrios Solano (Venezuela/EUA)

5 a 20 NOV | horários diversos | Armazém da Utopia e outros espaços do festival

oficina grid_lab_Foto divulgaçãogrid_lab é uma oficina concebida especialmente para transformar o centro do festival em um laboratório interativo de experimentos para novos usos de tecnologia digital. A oficina – voltada para profissionais e estudantes de mídia e novas tecnologias, artistas e interessados no tema em geral – é uma proposta de documentação em plataforma digital, utilizando dispositivos móveis como ipad, ipod, celulares e flipcâmeras. Durante os 17 dias de festival será um espaço de experimentação sobre jornalismo participativo e novas plataformas de mídias sociais com o objetivo de discutir como a tecnologia cria novas opções de experiência e interação entre arte, cultura, economia, produção de conhecimento, geografia e os aspectos estéticos da comunicação. Haverá encontros diários das 14h às 16h, no Armazém da Utopia, além de atividades externas nos horários dos espetáculos.

www.dance-tech.net/profile/network_producer

The Yes Men_Foto divulgaçãoYes LAB | The Yes Men (EUA)

12 e 13 NOV | 14h às 19h | Teatro Cacilda Becker

No The Yes Lab são compartilhadas as táticas e ferramentas de ação de mídia desenvolvidas pelos The Yes Men ao longo de mais de uma década. O objetivo é acabar o laboratório tendo desenhado de forma coletiva todos os aspectos concretos de produção de uma campanha midiática acerca de um assunto específico proposto por um dos grupos participantes e escolhido por votação entre todos.

theyesmen.org

Oficina Sinfonias da Cidade Globalizada | Marcelo Expósito (Espanha)

com colaboração de Ricardo Basbaum e Universidade Nômade

18, 19 e 20 NOV | 10h às 13h e 14h às 17h | Armazém da Utopia

Coordenado por: Marcelo Expósito (Espanha) em colaboração com Ricardo Basbaum e a Universidade Nômade

Oficina Sinfonias da Cidade Globalizada_Foto Nizaiá Cassián e Mauro CastroLaboratório de trabalho interdisciplinar que tem o objetivo de pensar coletivamente as atuais transformações que atravessa a cidade do Rio de Janeiro como “cidade globalizada”, e que afetam suas dimensões urbanas, econômicas e subjetivas. O trabalho será realizado a partir de um repertório de ferramentas de análise, crítica e intervenção provenientes tanto do âmbito acadêmico como do ativismo social e da política autônoma. A oficina será composta de exibição e análise de vídeos e passeios pela cidade, com especial atenção à área portuária. Esta oficina é a primeira fase de colaboração do projeto Sinfonias da Cidade Globalizada com o projeto com.posições.políticas.

Marcelo Expósito é artista e sua prática se expande entre os territórios da teoria crítica, o trabalho editorial, a curadoria, a docência e a tradução. Mora entre Barcelona e Buenos Aires. É professor do programa de Estudos Independentes (PEI) do Museu de arte Contemporânea de Barcelona (MACBA) e da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Castilla – La Mancha (Cuenca). Ricardo Basbaum é artista multimídia, professor, curador, crítico. Inicia seu trabalho na década de 1980, explorando  diversas formas de linguagem em suas obras. Sua produção inclui performances, ações, intervenções, textos, manifestos, objetos e instalações. A Rede Universidade Nômade é composta por núcleos, grupos de pesquisa, militantes de pré-vestibulares populares, movimentos culturais, revistas, artistas etc. Pretende constituir uma pauta comum em torno a três grandes temas: a universalização dos direitos, a fuga (o êxodo do nômade) dos aparelhos de dominação e a produção e o acesso ao conhecimento.

http://marceloexposito.net

www.universidadenomade.org.br

 

Oficina de pós-pornografia | María Llopis (Espanha)

18 NOV | 14h às 18h | Armazém da Utopia

Maria LLopis_Foto Daniel Santa CatalinaA pós-pornografia como espaço de experimentação com o corpo traz a reflexão sobre outros tipos de representação de sexualidade.  A oficina tem como objetivo o debate sobre pornografia como questão política e performática e a divulgação de material pós-pornô. Maria Llopis fará uma breve historiografia do movimento pós-pornô através de um passeio pelas obras de grupos e artistas ativos na luta política queer e trans-feminista.

É artista, ativista queer, escritora e pornógrafa. Licenciada em Belas Artes e Mestrado em Animação Audiovisual, seu trabalho como artista tem sido exposto em exposições e programas de vídeo. Em sua carreira destacam-se as oficinas e conferências sobre pós-pornografia, arte e feminismo. Fez parte do coletivo multidisciplinar «Girlswholikeporno», conhecido internacionalmente.

 www.mariallopis.com

 

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